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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Quem quer comprar uma casa prestes a ser engolida pelo mar?

Mäyjo, 13.09.14

Aqui fica patente o poder da ação do mar e a prova de que o mar está "efetivamente" a conquistar a terra!

Quem quer comprar uma casa prestes a ser engolida pelo mar? (com FOTOS)

Por apenas €30 mil , o leitor poderá comprar uma casa à beira-mar em Easton Beavents, Suffolk, Reino Unido. Mas seja rápido – em breve, a casa deixará de existir.

Segundo a imprensa britânica, a casa em questão estaria a 1,6 quilómetros do Mar do Norte no século XVII. Agora, encontra-se apenas a oito metros da derrocada, um evento inevitável. Só no último mês, o mar “chegou-se” 60 centímetros para junto da casa, o que explica, por um lado, o preço em saldo da moradia. Por outro, parece implausível que o proprietário encontre um comprador para a casa, ainda que a autarquia já tenha garantido ajuda financeira para um futuro proprietário erguer uma nova casa noutro local, mais seguro.

 

As fotos tiradas entre 1998 e este mês são a prova de como o Mar do Norte está a “comer” território britânico. Há 15 anos, a casa tinha dois edifícios entre ela e o Mar do Norte. Uma década depois, a derrocada desta e todas as outras casas à beira-mar tornou-se uma inevitabilidade.

“Pode parecer de loucos tentar vender uma casa que está prestes a cair”, resumiu Andrew McTear, responsável pela imobiliária está a tratar da venda da casa. Ele, especialista, sabe melhor que ninguém que a casa permanecerá nas mesmas mãos.

 

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China avança para construção da segunda megacentral fotovoltaica

Mäyjo, 13.09.14

China avança para construção da segunda megacentral fotovoltaica

Em 2009, a China anunciou que ia construir a maior central fotovoltaica do mundo, no deserto da Mongólia. Para a edificação da obra – um projecto com a capacidade instalada de dois mil megawatts – escolheu uma empresa norte-americana, a First Solar.

 

No final de 2013, o Governo chinês anunciou a construção da segunda central fotovoltaica, agora com uma capacidade instalada de mil megawatts na região remota de Xinjiang e desta vez a obra foi comissionada a uma empresa chinesa, a Trina Solar, refere o Quartz.

 

Nos últimos dois anos, a China emergiu como um dos maiores mercados para os painéis fotovoltaicos sendo, paralelamente, um centro mundial do fabrico destes equipamentos. Numa tentativa de aliviar os elevados graus de poluição das grandes cidades, o Governo traçou objectivos bastante ambiciosos no que concerne às energias renováveis para este ano – nomeadamente a construção de dez mil megawatts em painéis solares.

 

Este novo projecto de energias renováveis deverá ser construído durante os próximos quatro anos, com os primeiros 300 megawatts a estarem concluídos em 2014. Esta capacidade representa 12,5% da capacidade anual de produção da Trina. Em 2012, o mercado chinês representou quase 13% das receitas totais da empresa e para este ano a Trina projecta que as receitas do mercado interno representem 30% dos ganhos.

 

Ainda que os projectos da China para as energias renováveis sejam ambiciosos, a construção de centrais fotovoltaicas em regiões desertas, com populações de cerca de 570 mil habitantes dificilmente aliviará a poluição das grandes cidades.

 

Foto:  Joe Parks / Creative Commons

A erupção surreal do Bardabunga

Mäyjo, 13.09.14

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O vulcão Bardabunga, na Islândia, está em erupção desde 29 de Agosto, disparando lava na direcção de outro vulcão, o Askja. O fluxo do magma tem sido tão significativo que a cratera do vulcão, que fica debaixo do glaciar Dyngjujokull, afundou 19 metros, um recorde desde que a observação de vulcões na Islândia começou, em 1950.

 

Segundo o Mashable, e devido ao movimento do magma, os sismos continuam a atingir a área – ontem, por exemplo, existiram sismos de magnitude 5.5 e 5.2.

 

Os gases que continuam a sair do Bardabunga são nefastos para a população e áreas adjacentes, tendo sido detectados, inclusive, em território norueguês. Veja algumas fotos das várias erupções.

Matrizes dos testes diagnóstico

Mäyjo, 13.09.14

Como estamos a iniciar um novo ano escolar e como é hábito irá ser feito um teste de avaliação de diagnóstico.

Para que se comece o trabalho com "o pé direito" e seja um ano cheio de sucessos, aqui ficam as matrizes desses testes.

 

Bom ano e bom trabalho para os alunos que este ano estarão a trabalhar comigo.{#emotions_dlg.smile}

 

 

Teste de diagnóstico (Geografia 7.° ano)

 

MATRIZ

 

Estrutura

Conteúdos

Tipo de questões

Aspetos a diagnosticar

Grupo I

45%

• Geografia: objeto e método

• Países e regiões do mundo

Itens de seleção:

• Associação e correspondência

Conhecimento geográfico:

• Continentes e oceanos (nomes e localização)

• Países (nomes e localização)

• Formas de representação da Terra

• Rosa dos ventos

• Formas de relevo

• Tipos de clima

 

Capacidades:

• Atenção e concentração

• Autonomia na realização de tarefas

• Leitura e interpretação do enunciado das questões

• Interpretação e utilização de mapas

• Localizar espaços e lugares

• Aplicação de informação das figuras na elaboração de respostas

Grupo II

55%

• As representações da superfície da Terra

• Elementos de um mapa

• Localização relativa

• Países e regiões do mundo

• Climas

• Relevo

Itens de seleção:

• Escolha múltipla

 

 

 

Teste de diagnóstico (Geografia 8.° ano)

 

MATRIZ

 

Estrutura

Conteúdos

Tipo de questões

Aspectos a diagnosticar

Grupo I

25%

• Países, regiões e factos do mundo

Localização relativa

Itens de seleção:

• Associação e correspondência

Itens de construção:

• Resposta extensa

Conhecimento geográfico:

• Continentes e oceanos (nomes e localização)

• Distinção entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento

• Conceitos demográficos

• Factos da atualidade

• Modos de transporte

• Setores de atividade económica

 

Capacidades:

• Atenção e concentração

• Autonomia na realização de tarefas

• Leitura e interpretação do enunciado das questões

• Interpretação e utilização de mapas, gráficos e fotografias

• Localizar espaços e lugares

• Expor e desenvolver ideias e opiniões

• Utilização da língua portuguesa e do vocabulário geográfico na elaboração de respostas

• Aplicação de informação das figuras na elaboração de respostas

Grupo II

25%

• Climas

• Relevo

Itens de seleção:

• Distinção de verdadeiro e falso

• Associação e correspondência

Itens de construção:

• Resposta extensa

Grupo III

30%

• Demografia

• Distribuição da população

 

Itens de seleção:

• Associação e correspondência

Itens de construção:

• Resposta curta

• Resposta extensa

Grupo IV

20%

• Setores de atividade económica

• Transportes

Itens de seleção:

• Escolha múltipla

 

Conseguiremos alimentar 7 mil milhões de pessoas?

Mäyjo, 13.09.14

 

Hoje, como sabemos, a resposta a esta pergunta é não. Mas ela pode mudar a médio e longo prazo, se continuarmos a desenvolver estratégias para diminuir o desperdício alimentar e tornar os nossos sistemas de alimentação mais eficientes.

O desperdício alimentar é, na verdade, o que nos impede de alimentarmos toda a população global. Os números são brutais e não mentem: todos os norte-americanos gastam 40% da comida que produzem – em Portugal, são desperdiçadas um milhão de toneladas de alimentos por ano.

Nos Estados Unidos, uma organização denominada Sustainable America fez as contas e deu as repostas. Os cinco principais motivos para o desperdício alimentar norte-americano são as perdas na produção; perdas no armazenamento; embalagens estragadas ou abertas; desperdício no retalho e, claro, em casa dos consumidores.

No resto dos países, porém, os motivos são outros, ainda que a percentagem de desperdício seja igual: 40%. Assim, os problemas de distribuição e transportes, o armazenamento indevido, as pestes, más estradas, inundações ou secas são os principais responsáveis pelo desperdício alimentar.

 

Desperdício alimentar assusta
Em todo o mundo são desperdiçados 1,3 mil milhões de toneladas de comida por ano, o suficiente para alimentar as 868 milhões de pessoas que passam fome. Ou seja, a resposta para o combate à fome está no próprio Planeta, mas é ignorada.

Segundo a Sustainable America, 25% do desperdício alimentar norte-americano ocorre em casa dos consumidores. Os americanos deitam fora 680 gramas de alimentos por dia – o equivalente a deitar fora €1.760 (R$ 5.200).

Entre as soluções encontradas pela organização para combater este flagelo destacam-se a promoção da chamada fruta feita – na Califórnia, o programa Farm to Family distribui 54 milhões de quilos de fruta que não foi considerada suficientemente boa para ir para os supermercados

Outra das soluções é comer fruta desidratada; selar hermeticamente as embalagens, protegendo o período de vida das fruta e vegetais; ou substituir as soluções actuais de armazenamento. Tudo isto poderá reduzir as perdas das produções em 70%.

Aos consumidores pede-se que congelem produtos para que eles durem mais tempo, insistam na criação de listas de compras e planeiem as refeições, transformem os produtos em vias de se estragar em sumos, comam fruta feita, façam compostagem, comam os restos e, sobretudo, deixem de deitar comida fora.

Todas estas acções, infelizmente, não colocarão comida no prato das sete mil milhões de pessoas do mundo, mas é um caminho para atingir este objectivo – a muito longo prazo. Nessa altura, porém, não seremos sete mil milhões, mas muitos mais.